5 motivos para usar o Telegram

- Internet

Quando o WhatsApp foi bloqueado pela primeira vez eu baixei o tal do Telegram. Simpático, legalzinho e até usei por uns dias depois que a situação normalizou. Meus amigos pararam de usar e consequentemente o app acabou ficando de lado. Com o retorno triunfal do bloqueio do WhatsApp no Brasil essa semana, eu resolvi investir um tempinho explorando a concorrência e me apaixonei de vez pelo Telegram. Como muita gente ainda não sabe das funcionalidades supimpas do aplicativo, criei esse post aqui pra dar algumas dicas e convencer você aí a adotar o Telegram também!

1. Stickers

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Quando descobri os stickers me senti de volta a 2005 nos tempos áureos do MSN. É super fácil de usar e de instalar, você pode “roubar” dos amigos (basta dar um double click), baixar ou até mesmo criar os seus. Meus favoritos do momento: Rihanna, DiCaprio e Paola.

 

2. VERSÃO DESKTOP E TABLET

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Ou seja: dá pra usar em tudo que é lugar. Fora que além de rápido e com um visual bem clean, o aplicativo do desktop interage super bem com os outros (e vice-versa)! Tudo carrega em tempo real em ambos lugares caso você precise e não tem aquela espera ~morte lenta~ que rola em outros apps. Inclusive, pontos pra ferramenta de áudio do Telegram que é infinitamente melhor que a do WhatsApp. Pra ficar 100% falta só liberar ligações entre os usuários também.

3. BOTS MANEIRÍSSIMOS

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euzinha bem nerd zerei o bot das bandeiras

Eu sempre curti um bot maneirinho, nos tempos áureos do MSN eu trocava altos papos com o robô Ed – beijo pra quem se lembrar disso aí – então nem preciso dizer que vibrei quando descobri que existia isso no Telegram. Tem bot que te dá seu horóscopo diário, tem Poker, tem o quiz das bandeiras,  tem busca de GIFs e muito mais! Para conferir o resto, basta acessar esse site aqui!

 

4. DÁ PRA ENVIAR VÁRIOS TIPOS DE ARQUIVOS

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Precisa enviar aquele trabalho de faculdade pros migos? Quer enviar um programa? Arquivo .zip ou .rar? Aquele PDF maroto? Pois com o Telegram você pode, jovem Padawan. O envio é bem rápido e NÃO TEM LIMITE DE TAMANHO. De nada.

5. CHAT SECRETO

chat

Quer ter uma conversa sem sofrer o risco de alguém lê-la por acaso depois? Com o Telegram você pode criar um chat secreto que apaga as mensagem automaticamente a cada período de tempo estabelecido por você – variando de segundos a semanas – ou se preferir, dá pra apagar manualmente também.

Eu já adotei o Telegram e se vocês quiserem me dar um alô por lá ou só trocar uns stickers, me adiciona: snpatricia. Vocês conhecem mais funções maneiras do aplicativo? Então compartilha comigo aqui nos comentários!

 

Patty viaja #2: Me perdendo em Vancouver

- Viagens

ATENÇÃO: O OCORRIDO NESTE POST É 100% VERÍDICO E EU NÃO RECOMENDO QUE VOCÊS SE INSPIREM NAS MINHAS AVENTURAS

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euzinha thug life: saindo sem carregador e bateria reserva pela cidade no meu primeiro dia

Fuso horário é um negócio muito louco: eu sai do Brasil no dia do ano novo, viajei quase 24 horas e ainda cheguei umas 8 da noite do dia 31 de dezembro lá em Vancouver. Conheci minha host family, assisti uns fogos marotos, comi pacas e fui dormir. Minha host family era super querida, porém super despreocupada: eu já queria logo comprar meu passe e ir dar uns rolês na cidade e eles queriam ir comigo só na véspera da minha aula resolver isso (ou seja, eu ia ficar uns três dias à toa porque minhas aulas começavam no dia 4!). Pois bem, euzinha independente comprei o cartãozinho na loja perto de casa, joguei o metrô mais perto no google maps NA MORALZINHA e rumei para um dia de aventuras. Na minha cabeça eu ia voltar antes do sol se por então eu não levei: 1) mais agasalhos e 2) carregador e bateria reserva pro celular. Demorei uma meia hora pra chegar na estação que era uns 3 km de casa porque sou turistona e fui fotografando e filmando tudo ao meu redor – com direito a muitos snaps (beijo pra quem acompanhou!). Comprei meu passe e aproveitei que a estação era do lado do shopping e fui comprar umas besteirinhas. Ao invés de ir embora pra casa, porque só tinha 30% de bateria no celular, eu resolvi ir para o Stanley Park ver a decoração de Natal que ainda estava montada e andar no trenzinho que dá a volta no parque todo – isso era umas 16:30, creio eu. Cheguei no parque sem muitos problemas e já estava escurecendo, aproximadamente umas 17 horas. Como tinha trem de meia em meia hora, eu inocente acreditei que conseguiria pras 17:30: ÓBVIO QUE NÃO. O negócio lota mais do que fila de pipoca de graça em evento de criança, ok? Fica a dica aí para os futuros visitantes. O próximo trem disponível era o das 19:30 e eu obviamente comprei mesmo assim porque não ia perder a viagem.

cês num tem noção de como a decoração é maravilinda

Tinha muita coisa pra explorar, então achei que o tempo ia passar rapidinho. Andei, fotografei, filmei, comi…e ainda faltava mais de uma hora. Migos, não sei que bruxaria essa cidade tem porque apesar de não ser a temperatura mais baixa que já peguei foi de longe o lugar que mais passei frio na vida. Eu tava com uns três casacos, três meias, duas calças, bota, cachecol e tapa orelha: NÃO TAVA ROLANDO. Mas eu resisti bravamente, dei o rolê no trenzinho e tava tudo lindo. Quando eu sai e abri o google maps eis o desespero: A BATERIA DO IPHONE MORREU. E já era mais de 8 da noite e eu sem a menor ideia de como voltar pra casa. Por sorte, escutei um grupo de brasileiros do meu lado – é tipo um sexto sentido que eu tenho – e já logo parti pra interação na cara de pau no melhor estilo “oi, cês são brasileiros, né? rola uma ajuda?”. E eu dei sorte em dobro, porque eles moravam lá e realmente estavam dispostos a ajudar a trouxa aqui. Anotei o número dos dois ônibus que eu precisava pegar, agradeci a galera e peguei o rumo de casa.

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Ser trouxa não é um acaso, é um estilo de vida. Eu esqueci de anotar exatamente o local que eu descia pra trocar de ônibus. Daí tinha uns gringos falando italiano no busão e eu muito indiscreta que sou comecei a escutar o papo deles pra ver se eles iam pro mesmo lugar que eu. A resposta é: não. Mas um deles percebeu que eu era turista trouxa e puxou papo comigo em inglês e disse que eu já tinha perdido meu ponto, pra eu pedir informação pro motorista. Tentei não desesperar, manter a pose blasé e fui até o motorista. O queridinho, ao invés me me orientar a ir até o ponto final e pegar o Skytrain de volta pra casa até a minha estação e de lá pegar meu ônibus, me mandou descer ali no meio do nada, atravessar a rua e esperar o mesmo ônibus passar de volta. Deixa eu pintar um cenário pra vocês. PARECIA QUE EU TAVA ESTRELANDO UM REMAKE DE MADRUGADA DOS MORTOS. A rua estava deserta, só tinha um restaurante chinês muito do suspeito (e fechado) do outro lado da rua, eu não tinha a menor NOÇÃO de onde eu tava, não passava uma viva alma e o frio só parecia aumentar. Só faltava mesmo pular um zumbi na minha frente. Eu tinha avisado minha host family que ia chegar até umas 22 horas e já era tipo 21:40 e nada. Apesar de ser maior de idade e teoricamente não precisar dar satisfação da minha vida, ela me pedia pra avisar porque né – vai que rola algo. Eu esperei uns longos 15 minutos e NADA. NADINHA. NOTHING. NIENTE. RIEN. Achei que eu ia congelar ali mesmo e estrelar a continuação de Frozen.

elsa

fudeu

Quem é mulher sabe o dilema que é apanhar um táxi sozinha durante a noite. Você obviamente cogita um milhão de cenários antes de recorrer a isso. Eu finalmente me rendi ao meu conflito interno e BEM NA HORINHA passou um táxi do muito suspeito na minha frente. Não pensei duas vezes e entrei porque morrer congelada não tava nos meus planos. Não sou de julgar não, mas o taxista só perguntou o meu destino e saiu a toda falando em árabe no rádio. Parecia um rally dos sertões, mas escolhi ignorar porque pelo menos ele tava me levando pro caminho certo e no final o brother era muito gente boa. Foram os onze dólares mais bem gastos de toda a minha estadia. E eu cheguei em casa, migos. VIVINHA E NO HORÁRIO.

Moral da história: levem carregador, bateria reserva, caderninho com roteiro anotado e se possível um mapinha de papel da cidade que vocês estão. Ok?

Enfim, depois desse dia aí eu não tive medo de ir pra lugar nenhum e rodei a cidade todinha sem maiores problemas. Nada como uma aventura ~impactante~ logo no primeiro dia pra gente se adaptar, né não?

5 motivos para assistir Lucifer

- Filmes & TV

Eu não tenho limites quando o assunto é seriado. Sempre que alguém me recomenda algum, eu coloco na minha lista sem fim de seriados a assistir – sem brincadeira. Com Lucifer não foi diferente. Como no dia eu me interessei de cara pelo plot, já logo baixei todos os episódios disponíveis no iPad e deixei lá. Mas com toda a correria da monografia, tava difícil arranjar um tempinho pra assistir. Então eu resolvi aproveitar esse feriadão pra tirar o atraso e estou completamente viciada. VICIADA. E quero todo mundo assistindo comigo.

O TRAILER

A HISTÓRIA

Entediado e infeliz como o poderoso reizinho do inferno, Lucifer Morningstar troca o seu majestoso reinado por umas merecidas férias em Los Angeles. E o diabo vive com estilo: ao chegar em LA, ele abre sua própria boate chamada Lux. Após presenciar um homicídio de uma conhecida, Lucifer conhece a detetive Chloe Decker, rainha da porra toda, que o fascina não só por sua coragem mas principalmente por parecer ser imune aos seus encantos – tanto naturais quanto sobrenaturais. Utilizando-se de seu charme, Lucifer consegue convencer a polícia de Los Angeles de que seus poderes podem ser úteis para as investigações, mas a real é que ele quer mesmo é desvendar o seu mistério pessoal: Chloe. Enquanto isso, Lucifer é intimado por Deus a voltar para o inferno, lugar o qual supervisionava desde o começo das eras .

E agora você poderá estar se perguntando: e por que eu deveria assistir essa série, Patty? Continue lendo esse post que você irá descobrir, jovem Padawan.

Leia Mais

Patty viaja #1: Seattle, WA

- Viagens

Eu não tenho o menor problema em viajar sozinha. Me perco, peço ajuda, dou risadas e faço amizades instantâneas com desconhecidos. Confesso que tem o lado dos perrengues também, e essa viagem surgiu de uma série de perrengues. Meu plano inicial era alugar um carro com mais três amigos e fazer uma belíssima road trip de fim de semana com a galera.

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com direito a uma playlist diva no spotify e muitas dancinhas

Porém contudo, entretanto, todavia, todos os meus amigos resolveram dar pra trás no único fim de semana que eu tinha disponível para irem esquiar (bem feito, pegaram uma nevasca horrível na montanha). Ou seja, ir de carro não era mais uma opção já que o precinho ia triplicar pra mim. Fora todo o rolê da imigração terrestre na fronteira dos EUA – eu não quis arriscar. Pesquisei preços de trens, ônibus e afins: nada tava cabendo no meu orçamento. Ou seja, acabei optando por uma excursão no melhor estilo ~bate e volta~ mesmo. O inconveniente era: com todo o tempo de viagem + imigração, eu tive apenas três horas e meia para explorar Seattle. E o tempo não ajudou muito, mas eu estava determinada a aproveitar.

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Nosso guia – que possuía apenas a qualidade de ser bem lindo – fez um mini tour no Pike Place Market e nos deixou soltinhas sem a menor ideia de onde ir. Do mercado ele nos levou até a famosa gum wall e de lá distribuiu uns mapinhas e um belo tchau.

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pagando de vida loka e contribuindo no gum wall

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Eu pensei em almoçar em alguma barraquinha no mercado só que tava tudo tão cheio que eu acabei desistindo e parti pro Hard Rock Café do outro lado da rua pra mandar um belíssimo hambúrguer pra dentro. Um grande erro devo dizer – já que esse pit stop me custou quase uma hora. Porém, o hambúrguer estava divino então né, tô reclamando muito não. Fora que acabou sendo um rolê muito louco, já que tinha algumas memorabílias do Nirvana e do Pearl Jam por lá.

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Por sorte do destino, eu sentei com uma brasileira no busão e ela resolveu acompanhar a minha programação. E nós tivemos que escolher: Space Needle ou EMP Museum. Eu obviamente optei pelo museu e eu vou explicar o porquê. O EMP (Experience Music Project) é um museu que mistura música, cultura pop e sci-fi – ou seja, basicamente tudo que eu amo nessa vidinha. A estrutura tem ao todo 13.000 metros quadrados e conta com inúmeras alas e exposições diferentes que constantemente se renovam. Se vocês quiserem, eu conto um pouco mais sobre ele depois em outro post. Tentei explorar o máximo que pude, mas dava facilmente pra perder um dia inteiro lá dentro sem hesitar.

nem Freud explica essa imagem

Hello Kitty e as origens do delineado gatinho

área de jogos experimentais da Nintendo

escultura de guitarras

Do museu eu voltei para o Pike Place Market pra comprar uns souvenirs (sou bem turistona mesmo e não nego, mores) e tentei entrar na famosa loja da Starbucks – a primeira de todas! Só que a fila PRA ENTRAR estava tão enorme que eu tive que me contentar apenas com umas fotos do lado de fora mesmo. Chateadíssima, mas acontece.

Pelo pouco que conheci, achei Seattle uma cidade incrível e tô cheia de vontade de voltar. Alguém aí já foi pra lá? Eu super aceito dicas de lugares legais – afinal, nunca é cedo para começar a planejar novas aventuras! Se bobear, já vou até montar um board no Pinterest pra guardar informações supimpas sobre lá.

Unbreakable Kimmy Schmidt e suas incríveis referências à cultura pop

- Filmes & TV

Que eu amo essa série não é novidade nenhuma. Quando o Netflix anunciou a segunda temporada eu logo marquei no meu caderninho para não esquecer – se é que isso seria possível, né mores? Afinal, o mozão Netflix é tão perfeito que me manda até e-mail avisando sobre a novidade. Enfim, assim que pude coloquei a segunda temporada pra rodar e assisti basicamente em uma sentada. COMO EU AMO A TINA FEY. Sinto que se eu a conhecesse na vida real ia ser uma zoeira muito infinita e nós seríamos muito amigas. Sendo assim, resolvi separar algumas referências legais que eu encontrei nessa temporada e compartilhá-las aqui com vocês. Se você ainda não assistiu a segunda temporada, este post poderá conter alguma forma de spoiler não intencional.

Friends e o eterno sarcasmo de Chandler Bing

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Se alguém ainda tem dúvidas em pleno 2016 de que Friends é a melhor série série mais emblemática das últimas décadas, provavelmente não é desse mundo. Todo mundo em alguma altura da vida já fez alguma referência sobre a série, não tem como não amar. NÃO TEM. E não tem como não amar Friends fazendo sua aparição em UKS.

Dawson’s Creek e o crush da adolescência: Pacey Witter

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EU DEI PEQUENOS FANIQUITOS QUANDO PACEY WITTER SURGIU NA MINHA TELA. E ele não só aparece, como rola toda uma conversa baseada no roteiro da série. É incrível e com certeza absoluta pra mim foi um dos momentos ápices dessa segunda temporada. Se você nasceu depois de 1995, há uma grande chance de que você não faça a menor ideia do que eu to falando. Corre atrás do prejuízo aí, cambada de novinhos!

Titanic e mozão Leonardo DiCaprio

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No ano que mozão DiCaprio finalmente ganhou um Oscar e quebrou a internet não poderia faltar referência a uma das cenas mais emblemáticas do cinema, não é mesmo? Me deu até vontade de assistir Titanic pela milésima vez. PS: Titus também concorda que a Rose era uma espaçosa do carai e que o Jack também poderia ter sobrevivido.

WHIP & NAE NAE

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Eu fui convertida ao Nae Nae lá no Canadá, com direito a assistir o clipe sem parar até decorar a dancinha. Todo mundo já tentou dançar que eu sei. Então nada melhor do que a própria Tina Fey mandando a dancinha mais grudenta do ano na série. Eu ri de chorar com essa cena, tô até com vontade de reassistir esse episódio! 100% maravilhoso.

Se você já assistiu a segunda temporada, qual foi o seu episódio favorito? Eu honestamente não consigo escolher um só, a temporada está sensacional demais e eu mal posso esperar a próxima!

Favoritos #1

- Beleza

trio rostinho perfeito

Quem me segue no snapchat sabe que vira e mexe eu tô mostrando algum produtinho maroto que comprei ou até mesmo pedindo dicas para as amigas porque sou dessas. Hoje eu vou compartilhar com vocês três produtos que fazem milagres por mim e que talvez possam ajudar você também – apesar de que cada tipo de pele reage um pouco diferente, né?

PÓS-BARBA DA NÍVEA PARA PELES SENSÍVEIS

Umas semanas atrás eu perguntei no snapchat qual hidratante facial era melhor para pele oleosa – por incrível que pareça, pele oleosa também resseca. Dentre as sugestões que eu recebi, uma veio direto do clã das Kardashians: a Kylie revelou que usava um pós barba como hidratante e primer! Confesso que eu achei que era balela e ia deletar essa informação da minha mente. Até que uma das youtubers/maquiadoras que eu mais respeito atualmente, a NikkieTutorials, mostrou a mesma dica no snapchat dela e eu não resisti. Estou usando há umas duas semanas, duas vezes por dia: de manhã antes do make e antes de dormir. Minha pele melhorou consideravelmente, não só perdeu o aspecto ressecado como até tem aquele brilhinho natural saudável agora. Funcionou tão bem que eu me sinto no dever de compartilhar esse truque baratinho com as migas que também sofrem o mesmo dilema. Custa na faixa dos R$20-25 e você consegue encontrar em farmácias ou mercados.

PROTETOR SOLAR BIORÉ PERFECT FACE MILK

Mais uma dica que saiu das profundezas do YouTube. Conheci esse protetor solar há uns dois anos atrás, aproximadamente. Usei um vidrinho desse freneticamente quando comprei. Daí o meu acabou e demorou um certo tempinho até chegar o vidro novo. E eu tinha me esquecido o quão maravilhoso esse protetor solar é. Eu odeio aquela sensação de creme pegajoso, sabe? Que parece que você esfregou o seu belo rostinho num recipiente de óleo? Esse produto faz exatamente o contrário. Com uma textura bem líquida – e que realmente lembra um leite – ao aplicar um pouquinho de nada na pele, ele já deixa o rosto bem sequinho e com um aspecto super uniforme! Ou seja, rende pacas (os meus duram uns 6 meses) e é maravilhoso. Só tem um probleminha: infelizmente ele não é comercializado no Brasil ainda. Mas olha, dá pra encontrar tranquilamente no eBay por uns U$10-15 dólares – e se alguém precisar de recomendação de vendedor, fica aqui a dica.

CICAPLAST LÁBIOS DA LA ROCHE-POSAY

Apesar de beber bastante água e SEMPRE carregar um hidratante labial comigo, minha boca racha. Mais especificamente, os cantos da boca – e é uma morte muito horrível quando acontece. Geralmente eu recorria ao Bepantol Regenerador Labial, mas por ele ser branco e ter uma textura bem gosmenta eu só conseguia usar na hora de dormir – o que não adianta muito, né? Quando vi que a La Roche-Posay lançou o Cicaplast Lábios para concorrer, eu logo fui atrás do meu. Não sei até que ponto as fórmulas são diferentes, mas o Cicaplast funcionou bem mais rápido pra mim. Além da vantagem de ser incolor e ter uma textura bem mais agradável que o Bepantol. Particularmente, eu não troco mais e ele já conquistou um lugar cativo na minha bolsinha de maquiagem. Eu paguei cerca de R$30 e você pode encontrar em algumas farmácias ou diretamente no site da LRP.

Vocês já usam algum desses produtos? Quais produtos vocês tem usado e aprovado? Eu quero saber tudinho, me conta ali embaixo nos comentários! Ah, eu ainda não decidi se farei esse tipo de post a cada quinze dias ou mensalmente, então até breve!

Not all those who wander are lost

- Textão

A blogosfera é uma incrível caixinha de surpresas que pode facilmente se transformar em uma caixinha de pesadelos quando você menos espera. Quando eu comecei a blogar, lá na pré-história da internet no começo dos anos 2000, a dinâmica era bem diferente – quem bloga desde aquela época tá cansado de ler posts saudosistas do passado e esse aqui não é mais um deles, prometo. Eu tinha um blog coloridão, cheio de gifs e parafernalhas, onde eu desabafava literalmente tudo que acontecia comigo. Foi uma época gloriosa, sem dúvidas, mas os tempos mudaram. Quando criei o (extinto) AML minha ideia era completamente diferente: eu queria falar sobre moda e beleza.

Quem acompanhou o blog nos últimos dois anos sabe que esses assuntos dificilmente se encaixariam como meu nicho real. Sabe por quê? Porque eu não sei ter um nicho. Eu sinto aquela necessidade, lá dos tempos arcaicos da blogosfera, de falar sobre o que eu quiser. Seja em forma de textão, resenha ou desabafo estilo diário. Demorei a entender que eu não preciso escrever um elevator pitch destacando meus nichos. Demorei a entender que eu não preciso enfiar um rótulo logo de cara no meu blog pra captar a atenção dos leitores. Tentei por diversas vezes transformar o AML e adequá-lo a essa realidade, mas a pressão por me adaptar e manter o blog relevante foi matando a minha criatividade e vontade de escrever aos poucos.

No final do ano passado eu acabei chutando o balde: eu estava prestes a viajar (com toda a correria pra deixar a vida em ordem), frustrada e decidi que precisava de um hiatus. Larguei meu projeto natalino e resolvi curtir alguns meses afastada da blogosfera. De certa forma, foi uma das melhores coisas que eu fiz. Confesso que não foi fácil jogar pro alto tudo que criei nos últimos dois anos pra começar do zero – apesar do aperto no coração, eu tenho 100% de certeza que fiz a coisa certa ~para mim~.

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Pôr do sol em Clearwater Beach, FL – Fevereiro/2014

E por falar em viagem, foi por causa de uma experiência que rolou comigo que surgiu a ideia do nome novo do blog eu obviamente vou contar aqui pra vocês. Lá em Vancouver, eu resolvi sair com um carinha canadense que eu conheci. Um encontro super normal, nada extraordinário – cá entre nós beirava até o tédio um pouquinho. Depois que saímos do bar, resolvemos dar uma volta na praia e começaram uns assuntos mais diversificados. Não lembro bem como cheguei nesse tópico, mas acabei perguntando qual tinha sido a primeira impressão que ele havia tido de mim.

Geralmente eu escuto um “extrovertida” ou “engraçada” mas dessa vez foi diferente. Ele me disse que a primeira coisa que veio à cabeça dele é que eu era “free-spirited” (em uma tradução bem porca, ‘de espírito livre’). Foi um certo choque na hora porque eu nunca me enxerguei assim. Eu fiz ele me explicar (sou chata mesmo, se sentou comigo no bar eu vou filosofar) e de repente tudo fez sentido.

Eu gosto de viajar, de conhecer pessoas, de explorar novos lugares. Eu não me importo em estar sozinha ou acompanhada. Eu não me importo com a opinião alheia. Eu gosto sim de me sentir livre, sem ter a certeza da mesmice de uma rotina. Eu tenho a coragem de simplesmente pegar um ônibus, barco ou avião sem saber direito o que me aguarda – faz parte da aventura. Cada lugar que eu visito se torna uma parte de mim, e é assim que eu me descubro.

Não, eu não saí de novo com o carinha canadense. E francamente, eu mal me lembraria dessa experiência em outras circunstâncias. Porém, essa conversa me marcou e vai ficar registrada aqui nesse primeiro textão do novo blog. Sejam bem-vindos e venham explorar o que o mundo tem a oferecer junto comigo.